segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Mobilizações Fecebook

Livro de Sociologia para Ensino Médio...

A escolha do livro entre as opções que recebemos, parece que o mais acessível é a Publicação de

Livros didático de Sociologia: Sociologia para o Ensino Médio - Nova Ortografia Autor: Tomazi, Nelson Dacio Editora: Atual Categoria: Didáticos / Ensino Médio

Neste livro procurei apresentar o conhecimento sociológico de modo muito específico e o mais claro possível para o jovem estudante do ensino médio. Em sua elaboração orientei-me por duas preocupações centrais: permite ao aluno a compreensão da realidade social Como uma totalidade concreta, diversa, conflituosa e contraditória - mas nem por isso fragmentária- e oferecer ao professor elementos teórico e sugestão que possibilitem incentivar a classe a desenvolver uma reflexão crítica sobre a sociedade.

Construindo o Plano de Ensino de Sociologia do Curso do Ensino Médio EEB Hercílio Deeke 2012, não é só o livro, os alunos em geral. Apenas entende a aula a partir do livro.

O professor do sociologia além de ter um plano de sociologia do curso de ensino médio, também o plano da disciplina até chegar ao plano de aula.

Esses três planos: Primeiro- Plano de Ensino de Sociologia do Curso do Ensino Médio, Segundo-Plano da Disciplina de Sociologia e em terceiro - Plano de Aula.

Esses três planos: Uma visão Geral, a disciplina na escola e na sala de aula.

Fonte: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/1982914

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

ILICITAÇÕES E PRIVATARIAS

Podemos inventar palavras para explicar o que os ‘donos do poder’ fazem com o que é de todos, envergonham aquilo que deveria ser público. Essas práticas não são dignas de serem chamadas de estadistas. O que fazem com o estado nas três esferas é uma vergonha para todos os brasileiros de bem.

Ilicitações (licitações ilícitas), s licitações com vícios de favorecimento, a notas frias com valores acima do que foram adquiridas na prática são algumas manobras de desviar os recursos públicos da Prefeitura de Blumenau, no Governo do Estado de santa Catarina e no Governo Federal.

Superfaturamentos das licitações, já tão conhecido pela sociedade blumenauense, outra forma de desvio é o pregão viciado. O que deveria ser algo confiável, o pregão das lombadas eletrônicas, ambulâncias e até compra de remédios.

As denuncias de Privataria (Privatizações mais pirataria) a utilização de empresas privadas, como forma de utilização do recurso estatal a fins de financiamento eleitoral.

O favorecimento em licitações viciadas com o famoso quinzinho (15% quinze porcento) chega até 30 % da obra, em casos de terceirizações.

A democracia brasileira é engraçada os defensores de corruptos criam situações, para abafar as denúncias. Esconder as provas. Criam Leis como a Ficha Limpa para 2013, coisa que quando for para colocar a Lei na prática ela não entra em vigor, se entrar se criar outros mecanismos para impedir sua execução.

Não é só dizer que se têm indícios é preciso provar o ato ilícito, é o que todo corrupto e corruptor diz. Assim como qualquer criança que faz uma arte, pintando o sete. E enquanto isso ficam no governo, os corruptos e os corruptores

O sucateamento dos serviços públicos estatais como justificativa da privatização. São Paulo – O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) disse último dia (11) que é gesto de “desespero” a crítica de José Serra (PSDB) à CPI da Privataria. Na véspera, o ex-governador paulista Serra classificou de “palhaçada” a eventual instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito, pedida por Protógenes, para investigar privatizações de estatais durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

O deputado lembrou que as assinaturas colhidas para a abertura da comissão foram protocoladas em dezembro, com o apoio de 185 parlamentares – 14 a mais do que o mínimo exigido pela Constituição. “Na primeira semana de fevereiro vamos saber a tramitação que o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), dará ao pedido. Mas será instalada”, acredita. Ele antecipou que logo após o carnaval os trabalhos da CPI já devem se iniciar.

Fonte:

http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/2012/01/autor-de-cpi-da-privataria-diz-que-serra-esta-desesperado

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Teologia da Libertação

“Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.”(Ex 20,2). Para que haja elaboração da teologia da libertação é mister que se compreenda os fenômenos da opressão e da exclusão. Estes devem ser compreendidos através de uma mediação sócio – analítica, “Libertação é libertação do oprimido. Por isso, a teologia da libertação deve começar por se debruçar sobre as condições reais em que se encontra o oprimido de qualquer ordem que ele seja.” (BOFF, 1996, p. 40). Após a leitura sócio–analítica, o teólogo da libertação deve-se deparar com a Bíblia Sagrada. A Bíblia deve fornecer subsídios para que se possa identificar a face de Deus e sua ação libertadora, nos diversos momentos históricos, sob as quais vive o teólogo e seu povo. Há, então, no processo de elaboração da teologia da libertação, uma imbricação necessária entre a análise sócio–analítica da realidade e a Bíblia Sagrada. Esta última fornece o sentido teológico da práxis libertadora proposta pela teologia da libertação. Com a gênese da teologia da libertação na América Latina, “a religião passa a ser um fator de mobilização e não do freio” (BOFF, 1980, p. 102). A religião não mais se apresenta como “ópio do povo”. Ela passa a ser fonte de libertação e de esperança para o homem. A religião, desta forma, não se reduz a uma ideologia que mantém o status quo social e político; também não é mais fonte de discursos etéreos.
A teologia da libertação pretende mostrar que Deus não está em uma esfera trans–histórica; mas, ela quer mostrar que Deus encarna-se na história, gera libertação de um povo humilhado, gera vida e esperança a um povo crucificado e sem sonhos. Podemos dizer, metaforicamente, que a teologia da libertação anuncia a ‘’descida’’ de Deus de sua esfera transcendente e “celeste” e mostra-o como agente dignificador dos humilhados da terra.
Deus não é mais um conjunto de doutrinas e especulações, mas é a fonte de toda a luta pela justiça e igualdade. Por isso, Deus se manifesta nas lutas históricas pela justiça, pela inclusão e pela superação de toda opressão vigente na humanidade. “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.”(Ex 20,2). Eis a face de Deus anunciada pela teologia da libertação: Deus que tira o povo da opressão, da servidão. Fonte: CABRAL, Alexandre Marques, A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO: O CRISTIANISMO A FAVOR DOS EXCLUÍDOS, professor de filosofia da faculdade de teologia Redemptoris Mater – Macaé _____________, http://www.achegas.net/numero/dois/a_cabral.htm , acesso 04 de janeiro de 2012.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Uni-vos todos em torno de salvar nosso planeta!

Antropofogia da Humanidade & Gaia pede socorro

Se não mudarmos nossos hábitos. O Planeta Terra vai nos colocar para fora! Um dia o New York Times sai com está matéria na capa;

“Enquanto você come carne bovina, as vacas comem a Amazonia”

A maioria riu, você deve estar rindo! Mas nunca algo foi tão sério! Já pensou em comer menos carne! seu corpo não é um túmulo! Já pensou no sofrimento dos animais? Acredite, eles são ligados em nós espiritualmente, somos todos um!

http://www.gilgiardelli.com.br/blog/2008/01/18/antropofogia-da-humanidade-gaia-pede-socorro/

DEUS do Hinduísmo, do Budismo, da Kabala, da Teosofia e do Movimento Nova Era é o mesmo DEUS TODO-PODEROSO, o JEOVÁ ELOHIM da Bíblia.

Por que os cristãos precisam construir verdades em torno de si, e refutam qualquer outra possibilidade de se relacionar com o místico o deus do Hinduísmo, do Budismo, da Kabala, da Teosofia e do Movimento Nova Era (New Age) se supõe que NÃO é o DEUS TODO-PODEROSO, o JEOVÁ ELOHIM da Bíblia.

“Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.” 1 João 3:8

“Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também. E vós sabeis o caminho para onde eu vou. Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; como saber o caminho? Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. Se vós me tivésseis conhecido, conheceríeis também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto. Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?”

Senhor Jesus Cristo, João 14: 2-9

“Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.” 1 João 3:8

“Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também. E vós sabeis o caminho para onde eu vou. Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; como saber o caminho? Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. Se vós me tivésseis conhecido, conheceríeis também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto. Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?”

Senhor Jesus Cristo, João 14: 2-9

http://intellectus-site.com/site2/artigos/ocultismo/hinduismo-budismo-kabala-teosofia.htm

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Desprivatizar autarquia água e esgoto

O conceito de serviços municipais de água e esgoto é o conjunto de ações técnicas e administrativas destinadas a prover a população de sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário. Sistematiza-se essas ações em dois grupos diferenciados pela sua natureza: atividades-fim e meio.

As atividades-fim agrupam as ações técnicas diretamente relacionadas com os sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, compreendendo proteção de mananciais, captação, tratamento e distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto, controle de qualidade da água, monitoramento de cursos d’água receptores de esgoto, manutenção e operação dos sistemas de água e esgoto, elaboração de projetos e execução de obras. As atividades-meio estão relacionadas a procedimentos administrativos e jurídicos que dão suporte para as atividades-fim. Envolvem os serviços de movimentação de pessoal, aquisição de bens e serviços, contabilidade, tesouraria, secretaria, emissão e cobrança de tarifas, assessoria jurídica e demais tarefas correlatas.

Além desses dois grupos, alguns prestadores de serviços executam outras atividades, dentre as quais destacam-se ações de proteção e recuperação do meio ambiente, saneamento rural, educação sanitária, implantação de melhorias sanitárias domiciliares, gerenciamento dos resíduos sólidos e drenagem urbana. Geralmente são municípios que atingiram boa organização institucional e sustentação financeira, o que possibilita agregarem outras atividades.

A falta ou a insuficiência de serviços de saneamento é identificada como um dos principais problemas urbanos. A ausência de planejamento, os déficits de cobertura, os passivos sociais e ambientais, as dificuldades para obtenção de recursos e as dificuldades políticas são questões que merecem um enfrentamento objetivo e organizado. No entanto, a prática tem mostrado que a implantação desses serviços depende da vontade política dos dirigentes municipais e, geralmente, podem ser realizados por meio de soluções de baixo custo, acessíveis à maioria dos municípios. Em cada município o problema deve ser bem dimensionado, política e tecnicamente.

Criar ou organizar um serviço municipal de água e esgoto significa, antes de mais nada, definir o modelo de gestão e de sua organização administrativa, constituir, formar e capacitar equipe técnica, bem como elaborar estudos, projetos e planos de trabalho. Outra definição importante é estabelecer mecanismos de financiamento em instância local. São importantes fontes de financiamento as contribuições de melhorias e os fundos municipais criados para execução de obras específicas. Os valores arrecadados com a cobrança de tarifas de água e de esgoto devem cobrir os custos com a operação e a manutenção dos sistemas e ainda, se possível, gerar excedentes para investimentos.

Uma decisão política importante é a de se buscar legitimação social para o fortalecimento institucional dos serviços. É preciso desenvolver um trabalho de sustentação política, baseado na relação permanente com a sociedade local, com a finalidade de manter o poder público em sintonia com as demandas da população e fazer com que esta população compreenda a dimensão dos problemas de saneamento do município para participar da construção de uma política pública para o setor.

Colocar à disposição da população bons serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, manter os sistemas em bom estado de conservação e funcionamento, prever e garantir as demandas futuras são obrigações do poder público, que dependem essencialmente de cinco fatores considerados básicos:

• percepção da dimensão dos problemas de saneamento do município;

• gerenciamento dos serviços, de forma organizada e eficiente;

• implementação de tarifas adequadas às necessidades dos serviços;

• efetivo controle social dos serviços; e

• continuidade administrativa com planejamento a médio e longo prazos.

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/funasa/man_autarq_agua_esgoto.pdf